Cruzando o mundo rumo a Dili – primeira parte

Após um período sem conexão fácil a internet e de adaptação ao novo ritmo de trabalho, consegui tempo para postar sobre a aventura que foi sair do Brasil pela primeira vez, e justamente rumo ao outro lado do mundo. Deixem-me registrar a primeira parte da Viagem.

São Paulo

Depois de sair de Fortaleza com o coração na mão por ter deixado minha noiva, família e amigos, chego a São Paulo depois de um vôo calmo. Não tenho muito o que falar da terra da garoa. Fiquei decepcionado de o aeroporto não possuir cinema, então tive que me virar nas cinco horas que fiquei aguardando pela próxima perna.

Santiago, Chile

O vôo foi tranqüilo. A novidade para mim foi o Airbus com tv em todas as poltronas. Através de uma tela touchscreen (havia um controle na poltrona também) poderia escolher entre alguns filmes e séries, além de alguns jogos (xadrez, paciencia, blackjack, etc). Momento geek: após um delay/sobrecarga no sistema, recebi uma mensagem de erro, e assim descobri que sistema rodava em cima de php com mysql!

O momento mais interessante da viagem foi quando sobrevoamos a cordilheira dos andes. Simplesmente espetacular. Tenho que ir lá com a Layla um dia desses…

Já no aeroporto, o que me deixou maluco mesmo foi uma loja chamada Rumbo Sur. Nela encontrei pelo menos 8 tipos diferentes de pingüins de pelúcia, um de quase um metro de altura. Comprei um africano e um imperial. Na volta para Fortaleza vou comprar o grandão. :)

O peso chileno é bem desvalorizado em relação ao dólar: 1×642,50, então não precisei gastar muito.

A parte triste foi que na aduana tomaram o meu desodorante. Teria que viajar fedendo por pelo menos mais 14 horas…

Auckland

A próxima parada foi em Auckland, na Nova Zelândia. Neste vôo aproveitei para assistir novamente ao novo filme do Batman. Fatos que me chamaram atenção:

– havia um carrinho de golfe para transportar os idosos.

– Listas telefônicas ao lado de todos os telefones, sendo que havia um para fazer ligações locais gratuitamente. Os telefones também aceitavam cartão de credito.

– Aqui a primeira novidade em viagens internacionais: o rígido controle (ainda bem que me avisam antes, então não tive problemas) sobre comida, materiais feitos com animais ou plantas. A multa para quem não declara e é pego com algo do tipo é de no mínimo 200 doletas.

Aqui também foi tranquilo. Esperei pouco mais de uma hora pelo próximo vôo (que seria na mesma aeronave) para Darwin, onde iria passar um dia. Porém isso é papo para outro post.

2 Responses to “Cruzando o mundo rumo a Dili – primeira parte”

  1. E ai….como andam as coisas ? conta as novidades ai…ando curioso principalmente depois que resolvi não ir…rssrsr
    Estou envolvido num projeto de cluster para alta DP com firewall e caso tu tenha alguma dica ou ja tenha implementado me de um toque valeu !

    saudações

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